Sobre “Que horas ela volta?”

Acabou de passar “Que horas ela volta?” na Globo, e eu lembrei que desde que eu vi no cinema tinha vontade de escrever sobre, mas acabei deixando pra lá.

Como vocês já devem saber, fazer crítica de filme não é minha especialidade, e nem é isso que pretendo fazer aqui. Só queria colocar em tópicos alguns pensamentos.

  1. Somos todos mimados.
    Eu li muitas críticas sobre o filme na época que ele foi lançado. Uma das que mais me chamaram a atenção era de uma jornalista que morava na Alemanha, e viu o filme acompanhada de seus amigos alemães, que acharam ~peculiar~ a relação da família com a empregada. Segundo a jornalista, lá na Alemanha eles não têm essa cultura de ter empregados, e as crianças são criadas de forma mais independente, sem essa coisa de “você quer? manda alguém fazer”.
    Eu fiquei pensando nessa observação dela, e vi que a forma como fomos criados nos leva a ser essas pessoas que esperam que os outros nos sirvam. Mesmo se você não foi criado com babá (como eu não fui), faz parte da nossa cultura tentar “ajudar” os bebês e crianças a fazerem coisas que, aos nossos olhos, eles não conseguem.
    Isso ficou ainda mais claro pra mim depois que eu comecei a pesquisar sobre o método Montessori. É incrível como as crianças são muito capazes do que supomos! E acredito que crescer com essa noção de independência faria de com que fossemos menos Fabinho!
  2. Doutor Carlos.
    Um dos personagens que me deu mais nervoso quando eu assisti o filme foi o patrão da Val. Eu achava muito creepy a forma que ele interagia com a Jéssica. Fiquei até com medo de algo pior acontecer! Cada vez que a Jéssica dava aquela risadinha de nervoso por não saber o que dizer em uma situação constrangedora com o patrão da mãe, me dava o mesmo nervoso do lado de cá da tela. Mas do meio do filme pra lá, eu passei a ter pena do Doutor Carlos! Pena porque eu entendi que ele viu na Jéssica um poço de sanidade que, dentro daquela casa, ele não tinha. Vamos combinar que essa família do filme é toda errada, né? Dá pra ver que ele tem uma péssima relação com a esposa e com o filho, nenhum deles compartilha dos mesmos pensamentos que ele. E a Jéssica gostava dos mesmos livros, fazia perguntas filosóficas, não julgava a arte dele. A Jéssica era um porto seguro pra ele. Ele não estava apaixonado, ele só se sentia extremamente sozinho.
  3. Xícaras descasadas.
    Quando a Val dá o conjunto de xícaras para a patroa, o que vemos na caixa? Xícaras descasadas, ou seja, no pratinho preto coloca-se a xícara branca, e no pratinho branco a xícara preta. No final do filme, quando Val se demite, ela leva o conjunto de xícaras achando que realmente o roubou da patroa (lembrando que foi ela quem deu o conjunto, e a patroa não poderia ter ligado menos para o presente). Para comemorar o momento com a filha, Val pede para Jéssica passar um café. Ela está organizando as xícaras de forma descasada, mas quando a filha serve o café (cena final) as xícaras e os pratinhos estão… casadinhos (preto no preto, branco no branco). Quando eu assisti fez muito sentido pra mim: agora, ali, tudo estava no lugar. Depois fiquei pensando se eu não estava viajando e inventando teoria onde não tinha, mas me ensinaram que em cinema nada é por acaso. Não acredito que tenha sido um erro de continuidade, e depois de assistir novamente o filme, continuo acreditando que não foi em vão. Você também percebeu isso? Tem uma outra teoria? Me conta!

Bem, esses eram os tópicos que eu queria levantar. Agora me sinto mais leve de ter materializado esses pensamentos que eu já estava martelando desde que assisti “Que horas ela volta?” no cinema.

Obrigada pela visita, e até a próxima (que nem eu sei quando vai ser!)

#DiárioDeViagem – Londres

Este é o sexto destino da minha lista, se você ainda não viu os outros, é só clicar aqui!

Londres foi um dos lugares que eu mais gostei de estar, embora o preço da libra faça a gente achar tudo caro por lá, o tempo todo! Então a primeira dica sobre Londres é: desapega da libra! Essas e outras dicas eu dei no vídeo acima, se você não assistiu, pode dar play porque tem dicas muito legais sobre Londres!

Passar pela imigração foi tranquilo, mas eu falo inglês, então não sei como é pra quem não está familiarizado com a língua. Mas não se engane: o inglês britânico é beeeem diferente do americano, então se você aprendeu o segundo tipo, saiba que em alguns momentos você pode se embolar pra entender o que estão dizendo (mas é tranquilo, afinal, é só questão de sotaque!).

Chegando na Victoria’s Station (uma das maiores de Londres, eu acho) me senti um grão de areia. Quanta gente! Quantos destinos! Só conseguia pensar que eu estava longe da minha casa (mas longe do que todas as vezes que já estive longe!) e que se eu me perdesse ali não seria legal.

Mas foi começar a andar pela cidade e ver alguns pontos turísticos, como as cabines telefônicas ou o Big Ben, que eu fiquei encantada pela capital britânica! Eu sei que é o sonho de muitas pessoas estar lá e conhecer tudo de famoso e conhecido que a cidade tem, mas eu estava bem de boa, sem muita expectativa. Não era meu sonho da vida, sabe?

Só que estar lá foi muito melhor do que eu esperava. Tão surpreendente e maravilhoso que nem consigo ficar listando tudo que eu fiz por lá (pra escolher o que colocar no vídeo já foi difícil!), porque são muitos lugares adoráveis e tem outros tantos que eu não conheci (porque cada pessoa tem sua experiência da cidade, e lá tem experiências pra todos os gostos, né?).

Então só queria deixar o recado aqui de que Londres é linda, maravilhosa, e tem tudo pra agradar a todo mundo que escolher conhecê-la (e esqueça o preço da libra, esqueça!).

E semana que vem tem post sobre Barcelona, até lá! 🙂

#DiárioDeViagem – Paris

E eis que chegamos ao 5º destino de viagem, Paris! (Se quiser saber o que eu falei sobre os destinos anteriores: Frankfurt, Amsterdam e Bruxelas).

Paris foi nossa 5ª cidade em dez dias, pensem no cansaço (e pobreza) que estávamos quando chegamos lá? Por sorte a capital francesa é encantadora e apaixonante, portanto conseguimos ter uma boa impressão mesmo já contando as horas pra pegar o voo de volta pra Portugal.

Mais uma vez chegamos de ônibus, num domingo, e pegamos o metrô para o hotel onde ficaríamos.

Como estávamos pobres cansadas, decidimos tirar o resto do dia para descansar, porque na segunda-feira iríamos na maior quantidade de pontos turísticos que pudéssemos.

Na segunda-feira acordamos cedo e fomos direto para o Louvre. Já comecei a ficar maravilhada só com o lado de fora do museu, mas dentro é ainda mais encantador! Como eu disse no vídeo, é o seu livro de história ali na sua frente! Tem desde pinturas rupestres, até os artistas do iluminismo, tudo separado em fases e fazendo a gente lembrar daquelas coisas que já ouvimos falar em algum momento de nossa vida.

Depois que saímos do Louvre, fomos andando em direção à Catedral de Notre-Dame, passando pela Pont des Arts (ou a ponte dos cadeados do casais apaixonados). No caminho tem umas barraquinhas que vendem diversas lembrancinhas da cidade, inclusive torres de diversos tamanhos, com promoções pra quem leva mais de uma.

Entramos na fila para entrar na catedral, e que coisa mais linda lá dentro! As igrejas da Europa, por serem antigas, têm sempre muitos detalhes e eu ficava até um pouco triste de pensar que hoje em dia é difícil encontrar construções com tantas coisas belas a serem observadas.

Saindo da Notre-Dame nosso destino era a Torre Eiffel. E pra chegar lá, passamos pela rua das compras (pra quem tem dinheiro, o que não era o nosso caso!), a Champs Elysée. Não sei se ela era grande mesmo, ou se era a minha ansiedade de chegar logo na torre, mas parecia que não acabava nunca esta bendita rua!

Ah, como eu pude esquecer? Entre a Champs Elysée e a Torre Eiffel temos o Arco do Triunfo! Fizemos nossa paradinha obrigatória pra tirar foto e seguimos pra torre (que agora já era visível).

Chegamos primeiro nos jardins de Trocadero, onde você consegue aquelas fotos maravilhosas com a torre, porque tem a melhor vista. Depois de muitas poses, descemos pra chegar pertinho da Torre Eiffel, passando por aquele famosos carrossel que você já deve ter visto em pelo menos uma foto de Paris. A essa altura o sol já estava quase se pondo, então resolvemos esperar para ver a torre acender (e piscar, como eu mostrei no vídeo!).

Foi muito emocionante estar ali, aos pés da Torre Eiffel. Quando terminei o Ensino Médio, em 2010, escrevi o discurso da minha turma junto com a minha amiga. Nossa despedida foi “mantenham esse corpinho sarado e nos vemos na Europa”. Não era porque não acreditávamos que um dia iríamos, mas porque parecia uma conquista exigiria muito esforço. A ficha de que eu tinha conseguido realizar essa conquista em menos de 5 anos só caiu quando eu estava ali, de frente pra Torre Eiffel, esperando o dia ir embora e a noite chegar.

Na terça-feira, como era nosso dia de voltar pra Portugal, optamos por um roteiro mais light e fomos ver a torre de novo (afinal, ela é apaixonante e não sabíamos quando teríamos a oportunidade de vê-la novamente – espero que em breve!).

E depois de dez dias, pegamos o avião com destino a felicidade (que no nosso caso era a nossa vida calma em Portugal).

Mas os destinos não acabam por aqui, semana que vem tem o post sobre Londres, até lá! 🙂

Você já ouviu (falar de) Sheppard?

Provavelmente não, né? Eu também nunca tinha ouvido falar até o final do mês passado.

Na verdade eu nunca tinha ouvido falar até o show deles no Rock in Rio. E eu estava lá!

A minha intenção era procurar mais sobre as bandas que iam tocar no dia que eu ia, pra não ficar totalmente viajando na hora do show sem conhecer nada. Mas adivinhem quem não conseguiu fazer isso? Isso mesmo, euzinha!

Quando a banda entrou no palco eu não fazia ideia de quem eles eram, nem qual tipo de música cantavam. Só fiquei pensando que alguém na produção do Rock in Rio devia gostar muito da banda ou acreditar muito no sucesso deles, porque tocar no palco mundo no dia da Rihanna (também conhecido como dia-que-os-ingressos-esgotaram-primeiro) é muita responsabilidade (e visibilidade!).

O vocalista me ganhou no carisma, porque ele começou o show da tirolesa. Adoro quem se diverte! E parece que eles estavam se divertindo muuuito!

Apesar de boa parte do público estar sentada durante o show deles (eu acho que eles não viram, porque era da metade pra trás, mas se tivessem visto acho que também não ligariam, porque essa é a vibe de festivais fora do Brasil né? galera curtindo de boa, cada um na sua, etc.), eles se mostraram empolgados em todas as músicas, ensinaram a cantar um refrão, arriscaram uns “obrigado!” e “obrigada!” (o que achei um avanço, da parte da vocalista, porque pra gringo é difícil aplicar o feminino das palavras, né?).

No final do show eles tocaram a música mais famosa, que eu acabei descobrindo que já conhecia porque está na trilha sonora de Malhação. Segue o som pra você ver se já conhece também:

Como lá no Rock in Rio era tarde demais pra pesquisar sobre a banda (e também porque eu tinha que poupar a bateria do celular pros outros shows que viriam a seguir) não deu pra pesquisar muito. Mas assim que tive a oportunidade descobri que a banda é formada por irmãos, sendo Sheppard o sobrenome deles.

Fui procurar pela música que ficou na minha cabeça depois do show (que foi justamente a que o vocalista nos ensinou a cantar o refrão) e acabei esbarrando em outras músicas da banda que seguiam a mesma vibe e era bem legais também.

Vê se esse refrão não vai ficar na sua cabeça também:

Ouvi mais algumas músicas da banda, que seguem essa mesma vibe das duas aqui do post. Resolvi compartilhar com vocês porque foi uma grata surpresa que o Rock in Rio me trouxe, e acho válido passar adiante pra mais gente.

E você, já tinha ouvido falar de Sheppard?

Obrigada pelo acesso e até a próxima! 🙂

#DiárioDeViagem – Bruxelas

Mais um post pra série de lugares que eu viajei na Europa. Hoje eu vou falar sobre Bruxelas! (e se você não viu os dois últimos posts, é só clicar aqui pra ver o que eu falei sobre Frankfurt e clicar aqui pra ver o que eu falei sobre Amsterdam)

Pra começar, é bom vocês saberem que eu fiquei pouquíssimo tempo em Bruxelas. Nós chegamos à noite (fomos de ônibus de novo!), e já fomos direto pro hostel. No dia seguinte à noite já iríamos pegar o ônibus pra Paris, então só tínhamos um dia para conhecer a cidade.

Acordamos cedo e decidimos ir andando até a praça central. E andamos, hein?! Acho que Bruxelas foi uma das cidades onde a gente mais andou!

No meio do caminho entramos em uma igreja que eu não me lembro o nome (acho que não estava marcada no mapa como ponto turístico, ou eu simplesmente esqueci mesmo). A Europa não é chamada de velho continente à toa, né? As igrejas e prédios históricos por lá são muito bonitos, e fazem a gente ficar pensando por que hoje em dia parece que os engenheiros e arquitetos não se preocupam mais em construir coisas com tantos detalhes.

  

Andando pelas ruas, a caminho da praça central, passamos por algumas barraquinhas de waffles. No começo, achei peculiar, porque eu nunca tinha visto uma barraquinha tipo de cachorro-quente vendendo waffle (na verdade nunca tinha visto waffle sendo vendido na rua) (nem waffle sendo vendido, eu acho – só conhecia de filme! hahaha). Aquele cheirinho de delícia começou a me dar vontade de comer um wafflezinho. E tinha sempre gente comprando, devia ser bom (e barato), né?

De fato foi barato (por ser um local turístico, imaginei que seria mais caro, mas era no máximo uns 2 euros) e estava beeeem gostoso. No entanto, só podia colocar caramelo ou chocolate por cima, sem outras opções.

No caminho também passamos por alguns museus de Bruxelas, e descobri que lá tem um museu só do Renné Magritte, o artista que fez o famoso:

bruxelas1

(E se você leu “A culpa é das estrelas” vai entender a referência!)

Mas chegando na praça central começamos a ver uma galeeeera passando com uns waffles muito elaborados. Assim como fizemos com a batata de Amsterdam, seguimos na direção contrária de onde as pessoas com essas belexinhas estavam vindo e descobrimos uma loja que permitia montar o seu waffle. Dava pra colocar várias coberturas, frutas, etc. e você ia pagando a mais por cada item acrescentado.

Como eu já tinha comido o primeiro waffle, acabei não ousando muito nesse porque nem me sobrava mais espaço na barriga 😦 Experimentei uma cobertura que é um caramelo só que diferente, que eu já tinha ouvido falar, mas nunca tive a oportunidade de conhecer pessoalmente (só que agora esqueci o nome :/ ). Na foto nem deu pra pegar o waffle inteiro, porque eu não aguentei e comi um pedaço antes! hahaha

Alimentadas de waffle, seguimos nosso caminho atrás do ~~famoso~~ Mannekin Pis (ou menino fazendo xixi). É uma estátua/fonte super famosa em Bruxelas. Toda loja de lembrancinha que você entra tem váááários dele, de todos os tamanhos.

MAS ANTES uma paradinha nas lojas de chocolate que têm na praça central. SEM OR!!! QUANTO CHOCOLATE!!! Fiquei doida de tantas opções! Queria mais dinheiro pra fazer a festa, mas como não tinha, comprei só alguns (poucos) e seguimos atrás da tal estátua!

Chegando lá, qual não foi nossa surpresa ao descobrirmos que a estátua era SUPER PEQUENA!!! Como eu já tinha visto nas lojas de lembrancinha, achei que o original seria MAIOR do que todos aqueles, né? SÓ QUE NÃO! Tinha réplica nas lojas que era maior do que o oficial. E ele ainda tem uma roupinha!!! (nas lojas só vendem ele peladinho)

A estátua nos decepcionou tanto que a expressão “menino de Bruxelas” virou nossa piada interna pra decepção.

Outro ponto turístico de Bruxelas é o átomo, mas não fomos porque nosso tempo estava muito corrido!

Depois da decepção com a estátua, pra curar a tristeza só… MAIS COMIDA! Achamos outra batata frita (ô mania que esses europeus têm de batata frita! mas continuem, porque tá ótimo!) e dessa vez ela tinha umas cebolas caramelizadas que estavam SHOW!

Aí fomos andando sem rumo, até chegar no parque abaixo (que eu também esqueci o nome, que bela guia de Bruxelas, hein?!).

E depois tivemos que voltar pro hostel correndo, pra dar tempo de nos arrumarmos que pegarmos o ônibus (que por pouco a gente não perdeu!! mas deu tudo certo, ainda bem! e no próximo post tem Paris!!!).

E se você não viu o vídeo (poxa, assiste aí, vai?), saiba que no último vídeo dessa série eu quero responder às perguntas de vocês! Então, se tiver alguma dúvida sobre Amsterdam ou sobre algum aspecto da viagem, pode deixar aqui nos comentários! 🙂

Até semana que vem!

#DiárioDeViagem – Amsterdam

Continuando a série de posts sobre os lugares que conheci na Europa, hoje vou falar de Amsterdam! (Se você ainda não viu o post sobre Frankfurt, clique aqui!)

Nós chegamos em Amsterdam depois de muuuitas horas em uma viagem super cansativa de ônibus. Mas não tem cansaço que nos derrube, então a primeira coisa que fizemos na cidade foi procurar um lugar pra curtir a noite. Achamos um bar que fica no térreo de um hostel (The Bulldog, caso te interesse!) e foi onde eu provei o melhor drink que já tomei até aqui.

E vocês viram que no vídeo eu falei sobre como o holandês era uma língua complicada, né? Por causa disso, não sabemos até hoje o que era o negócio-que-parecia-leite-mas-era-muito-mais-gostoso que tomamos no café da manhã, e não temos certeza até hoje do que tinha na pasta que compramos para passar no pão (que era grande como aquelas torradas que vemos em filme!). Aliás, tem um mercado muito legal lá em Amsterdam (AH – Albert Heijn, tem um perto da Musemplein!).

No segundo dia aproveitamos para acordar cedo e tirar foto no famoso:

De tarde dividimos nosso grupo: metade foi pra Heineken Experience (pra conhecer a fábrica, aprender a colocar chopp e tomar umas cervejas) e a outra metade foi procurar o banco usado em “A culpa é das estrelas”. Acho que nem precisa me conhecer tão bem pra saber que eu estava na segunda metade, né?

Pode parecer besteira sair por Amsterdam procurando um banco, mas eu adoro ver nas telas os lugares que eu já estive, e por consequência também adoooro estar em lugares que já vi nas telas.

E também aproveitamos a tarde para dar uma passada no Voldelpark. É um cantinho de natureza no meio de toda a vibe turística de Amsterdam, vale muito a pena dar uma passada lá pra acalmar um pouco o roteiro corrido de muitas coisas pra conhecer!

Quando estiver andando pelas pontes, não deixe de prestar atenção, porque todas elas têm o nome assim, ó:

  

Sobre os museus de Amsterdam, acho que cada um tem seu gosto e opinião sobre cada um, né? Como nós éramos todas estudantes e consequentemente estávamos pobres, só fomos no museu de Anne Frank, e eu gostei muito da experiência, apesar de ser bem triste. Vou ter que voltar lá pra visitar os outros museus, né?

E um outro motivo para não termos ido aos outros museus de Amsterdam foi o fato de termos escolhido ir ao Parque das Tulipas (Keukenhof) que fica numa cidade vizinha à Amsterdam, e só fica aberto por alguns meses do ano (o período muda a cada ano, quando for pra lá, pesquise pra saber se ainda está na época). Os museus sempre estarão lá quando voltarmos, mas para ir ao parque as chances eram menores. Então, optamos por conhecer o Keukenhof dessa vez.

Como a atração principal do parque são as tulipas, e sendo a natureza imprevisível, pode ser que você encontre o parque muuuito florido, ou então que ele esteja com menos flores (por ser muito no começo ou muito no final da temporada).

Mas se você não estiver a fim de ir no parque, em Amsterdam tem um mercado de flores, que fica perto de lojas que vendem o famoso queijo holandês e também de algumas lojinhas de lembrancinha. É um daqueles locais pra agradar gregos e troianos nas compras, né?

Amsterdam é uma daquelas cidades que fazem a gente se sentir bem só de estar lá, que têm uma aura, uma vibe, que não dá pra explicar, só estando lá pra saber. Todo mundo que eu conheço que já tinha ido pra Amsterdam me garantiu que eu ia adorar a cidade, e foi exatamente isso que aconteceu!

Agora a próxima parada é: Bruxelas!

E se você não viu o vídeo (poxa, assiste aí, vai?), saiba que no último vídeo dessa série eu quero responder às perguntas de vocês! Então, se tiver alguma dúvida sobre Amsterdam ou sobre algum aspecto da viagem, pode deixar aqui nos comentários! 🙂

Até semana que vem!